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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Vale aproveitar as maravilhas que a tecnologia nos proporciona sem esquecer das práticas de aprendizado que dão certo a milênios.

Como as pessoas aprendem hoje em dia! Posted: 24 Sep 2013 07:30 AM PDT aprendizado Quando você precisa de alguma informação, qual é o primeiro site de busca que lhe vem à cabeça? A resposta é praticamente óbvia, o Google. E o segundo? Vamos lá, não é tão difícil responder esta questão se você fizer o pequeno esforço de recordar como conduz boa parte de suas pesquisas. Sim, é o YouTube. Não foi à toa que os fundadores do próprio Google desembolsaram a bagatela de US$ 1,65 bilhão pelo canal em 2006. Eles sabiam muito bem para onde a internet estava indo e naquela época já acompanhavam de perto o florescer de uma sociedade ocidental ainda mais ávida por consumir informação rápida. As pessoas que nasceram entre as décadas de 1960 e o início dos anos 80 – a chamada Geração X – acostumaram-se a aprender e a buscar informação via texto, som e imagem, nesta ordem. Portanto, não é de admirar que muitas delas ainda tenham como principal fonte de consulta livros e tudo o mais que seja escrito e só recorram a outros meios esporadicamente.Já os membros das Gerações Y e Z – respectivamente, com média de vinte e poucos anos e gozando a adolescência – aprendem em ordem inversa: imagem, som e texto. E é fácil identificar isto no cotidiano. Por exemplo, quando alguém deles necessita aprender a dar um nó na gravata, não imprime um tutorial de três páginas. Simplesmente acessa o YouTube e digita: "como dar nó em gravata passo a passo". Pronto! E em segundos tem diante de si quase 8 mil vídeos de abnegados que compartilharam seu conhecimento na web. Mas não é somente para aprender a fazer nós de gravata, receitas e artesanato que canais como este servem. O baixo custo para produção de vídeos caseiros têm cumprido o importante papel de acelerar a democratização daquele tipo de conhecimento que até algum tempo atrás só podia ser acessado por pouquíssimas pessoas ou que você guardaria apenas para si até o fim da vida. No tocante à educação, fico especialmente fascinado pelas novas possibilidades que se abrem dia após dia em decorrência da facilidade de acesso e ao custo cada vez mais baixo para se produzir um audiovisual. É o caso do Método Khan de ensino que surgiu acidentalmente, quando o professor Salman Khan postou um vídeo no YouTube em 2008 para ensinar matemática a uma prima que estava longe. Ela e outros internautas gostaram da maneira que ele transmitiu seu conhecimento e o que aconteceu? Hoje o Khan Academy é um site com mais de 4000 vídeos repletos de conteúdos de ciência, biologia, física, química, astronomia e medicina – dentre outros campos do conhecimento humano – que já ajudou milhões de estudantes do planeta a tirar boas notas e a aprender de tudo com incrível simplicidade. No Brasil, o instituto é representado desde o ano passado pela Fundação Lemman, do empresário Jorge Paulo Lemman, atualmente o homem mais rico do país e big boss de companhias globais do porte de AB-Inbev e Burger King. Ou seja, o projeto alcançou dimensão mundial em apenas cinco anos e muita gente tem contribuído financeiramente para mantê-lo de pé pois já representa o admirável mundo novo que veio para ficar. Se você às vezes se sente incompreendido porque seus alunos não apreciam as aulas que ministra ou os funcionários fazem cara de desdém com o trabalho toda vez que anuncia algum tipo de mudança na empresa pode ser que esteja utilizando com eles um modelo ineficaz de interação. E só entre nós, a maior parte dos problemas organizacionais tem a ver os ruídos na comunicação interna. Som e imagem assumiram tamanha relevância porque vivemos numa sociedade ávida por obter informação com rapidez e dificilmente isto mudará nos próximos anos. Contudo, também tenha em mente que só desenvolvemos a capacidade de resolver problemas complexos por meio da leitura e reflexão ou então nos contentaremos em acumular dados e informações que não saberemos aonde usar. Vale aproveitar as maravilhas que a tecnologia nos proporciona no processo de aprendizado, mas é inegável que precisamos fazer uso das práticas que dão certo a milênios. Boas leituras pra você! Wellington Moreira wellington@caputconsultoria.com.br Outros artigos do autor: Os Segredos do Networking Só Cresce Quem é Avaliado A Síndrome do Pato

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Mais utilizados nas aulas no LIE CEEJA Vilhena:

Mais utilizados nas aulas no LIE CEEJA Vilhena: • http://mundodaciencia-ceeja.blogspot.com.br/ • http://eja-filosofia.blogspot.com.br/ • http://sociologiaboscardin.blogspot.com.br/ • http://www.slideshare.net/ • http://www.webquestfacil.com.br/

Como está a imagem da minha Escola?

Posted: 22 Sep 2013 09:43 AM PDT Passei a semana na espreita das aulas em minha escola.... hehehe. Acabei chegando a seguinte “medida” quanto as fotos conseguidas e em comparação com as que colhi na web na primeira etapa desta tarefa: _ Podemos nos classificar em três (3) categorias. • Uma pequena parte (de professores) se recusa a aprender e a utilizar a tecnologias até para si próprio, no máximo atende e fazem ligações com celulares. São professor es detentores do conhecimento quanto ao conteúdo escolar) • Uma grande parte utiliza a tecnologia para sua vantagem pessoal. Utilizam emails, Fazem compras, se comunicam nas redes sociais e até publicam, seus celulares e notebooks são de ultima geração (contato a toda hora com seus filhos nas universidades); pesquisam, copiam e utilizam provas, textos, slides, vídeos, etc. Estes professores fazem questão de se mostrarem "detentores" do conhecimento mesmo utilizando conteúdos encontrados na web em suas aulas; • E outra pequenina parte inicia na utilização das mídias e tecnologias para o processo ensino aprendizagem. Alguns professores começam a entender “como” se dá essa utilização. O mais utilizado no CEEJA Vilhena tem sido os blogs, a webquest, o slideshare e o youtube. Aqui o professor inicia um caminho diferente – mostra ao aluno onde e como encontrar conteúdo para sua aprendizagem e inicia também um trabalho onde o aluno produz e apresenta aos demais suas pesquisas, com a utilização das tecnologias disponíveis).

terça-feira, 27 de agosto de 2013

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO Ingredientes do ensinar Calado, M. R. T.¹ De acordo com a visão dialógica da práxis educativa, característica da pedagogia de Freire, o autor estabelece que o ato de ensinar, para sua efetiva objetivação, está ancorado em três fundamentos básicos: intervenção, encaminhamento e devolução. O ensinar, portanto, é um ato que se funda nas práticas relacionais dos sujeitos e, portanto, envolve uma complexidade de posturas e, sobretudo, de mudanças do comportamento sedimentado na simples e ultrapassada transferência de conteúdos. Para se alcançar, de forma produtiva, a verdadeira socialização do conhecimento, uma das principais exigências é a transformação do educador e do educando no decorrer do processo, aqui vistos como sujeitos críticos. Os referidos fundamentos – intervenção, encaminhamento e devolução – são etapas entrelaçadas e indissociáveis. A primeira delas diz respeito ao ato de intervir, isto é, ao em que o educador apresenta novas questões e provoca a problematização dessas questões. Nesse processo, é fundamental estimular a curiosidade do outro, iluminando aspectos do tema, do assunto, ou da realidade jamais vistos até então. Para provocar no educando o desejo de conhecer é necessário que o educador delimite bem o foco e explore, juntamente com o educando, as possibilidades de apreensão e compreensão do tema a ser estudado. O autor assevera que é fundamental que o educador também aprenda: o ato de educar assim o exige. O segundo fundamento é o encaminhamento das questões, ou seja, são as propostas de atividades que podem sofrer interferências e possíveis mudanças de rumo. Nesse sentido, o objeto do conhecimento não é algo estático e unívoco. Pelo contrário, nesse objeto pulsam múltiplas questões que podem e devem ser explorado por ambos, educador e educando, em uma postura dialógica necessária e imprescindível. Por fim, temos o terceiro e último fundamento, a devolução, que resulta da base estruturante montada previamente pela intervenção e pela devolução. Observe-se que os fundamentos estão interligados e são interdependentes: o sucesso de um depende do outro. A chamada devolução é o momento do clímax; em outras palavras, é a consolidação do objetivo que se desejou alcançar ao longo do processo no qual os sujeitos envolvidos constroem o conhecimento, tendo dentro de si mesmos o horizonte amplo de possibilidades criativas. Referência. Ingredientes do ensinar. In: FREIRE, Paulo. Avaliação e planejamento: a prática educativa em questão. São Paulo: Espaço Pedagógico,1997.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

UCA: UCA na Mostra de Inovações Pedagógicas

UCA: UCA na Mostra de Inovações Pedagógicas: No final de novembro, os alunos da escola de referência Natalícia Figueroa (Surubim) participaram da Mostra de Inovações Pedagógicas das Esc...