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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA ON LINE

http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/10506/1/2012_RosanaAmaro.pdf AMARO, Rosana. Mediação pedagógica online: análise das funções do tutor na Universidade Aberta do Brasil. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade de Brasília, Brasília, 2012.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

507 e-books sobre comunicação, internet, redes sociais e web 2.0 para download !

Abaixo listamos 507 livros (a lista sempre irá crescer com a ajuda de vocês) em inglês, espanhol e, é claro, em português. É só você clicar no nome da obra para fazer o download da respectiva publicação, direto da página do blog @midia8 no Issuu, Slideshare ou em outros lugares da web em que o material estiver disponível. Para uma ajuda, basta apertar ctrl + F e digitar o nome do livro. Boa leitura a todos! Quer copiar a lista? Tudo bem, pode copiar. Mas pelo menos tenha a consciência de ser honesto com seus leitores e remeta um link para cá. Não saia por aí dizendo que foi você quem montou porque não foi. Combinado? :-) Na língua dos brazucas (português) Como escrever para a web (Guillermo Franco) http://issuu.com/midia8/docs/comoescrevernaweb O que é o virtual? (Pierre Lévy) http://issuu.com/midia8/docs/o_que__o_virtual_-_pierre_lvy Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs) http://issuu.com/midia8/docs/jornalismo2 Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira) http://blogmidia8.com/biblioteca-virtual-html Para entender a internet (org. Juliano Spyer) Redes sociais na internet (Raquel Recuero) Televisão e realidade (Itania Gomes) Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim) Comunicação e mobilidade (André Lemos) Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy) Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia) O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues) Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas) Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia) Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas) Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva) O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini) Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins) Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins) Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal) Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli) Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo) Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini) Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo) Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira) Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira) Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira) Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira) Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo) Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes) O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno) Comunicação e estranheza (Suzana Morais) Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias) Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra) Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins) Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa) Comunicação e ética (Anabela Gradim) Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues) Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia) Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia) Comunicação e poder (org. João Correia) Comunicação e política (org. João Correia) Manual de jornalismo (Anabela Gradim) A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra) Jornalismo e espaço público (João Correia) Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo) Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra) Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra) Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra) Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra) Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web) Onipresente (Ricardo Cavallini) O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago) Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos) Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro) Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos) E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner) Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana) Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação) Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal) A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto) Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado) Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’ Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom) O livro depois do livro (Giselle Beiguelman) A internet em Portugal (OberCom) Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado) Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar) Cultura digital.br (orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn) História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner) História das relações públicas (Cláudia moura) Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas) O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado) Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra) Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher) A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline) A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva) Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO) Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes) Manual de assessoria de comunicação (FENAJ) Manual de sobrevivência no mundo digital online (Leoni) Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki) A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva) Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli) Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes) História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente) O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim) Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares) Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira) Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural) Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo) Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto) Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino) Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook) Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira) Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres) Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO) Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO) Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO) Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO) Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni) Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá) Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro) Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup) Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk) Cultura livre (Lawrence Lessing) As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria) Guia da reputação online (António Dias) I Pró-Pesq – Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP) O ABCD do planejamento estratégico (Lowe) Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom) Vida para consumo (Zygmunt Bauman) As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo) Escola de redes (Augusto de Franco) Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães) Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti) Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza) Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira) Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo) Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion) Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli) Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez) Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales) O paradigma do documentário (Manuela Penafria) Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas) Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho) Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo) Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla) Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal) Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos) 11 Insights (Grupo Troiano) 40 dias para salvar seu blog (Marcos Lemos) Comunicação midiática (Dafne Pedroso, Lúcia Coutinho e Vilso Santi) Desafios do jornalismo (OberCom) Estratégias e identidades midiáticas (orgs. Daiana Staziak e Vilso Santi) Internet móvel, cidadania e informação hiperlocal (org. Eduardo Campos) Fluzz (Augusto de Franco) Narrativa hipertextual multimídia (Marcelo Freire) Publicidade e consumo nas sociedades contemporâneas (Samuel Mateus) Código de ética dos jornalistas brasileiros (FENAJ) Entenda o que é plágio (UFF) Arauto: fonte tipográfica para textos e jornais (Fernando Caro) Comunicação em rede (Charles Cadé) A sociedade em rede: do conhecimento à ação política (Gustavo Cardoso e Manuel Castell) A arte de desperdiçar energia (Ricardo Cavallini) Jornalismo digital de terceira geração (Suzana Barbosa) Retórica e mediatização: as indústrias da persuasão (orgs. Gisela Gonçalves e Ivone Ferreira) Dez anos a mil: mídia e música popular massiva em tempos de internet (diversos orgs.) Como ganhar dinheiro com Google Adsense (Gustavo Freitas) Criação, proteção e uso legal de informação em ambientes da www (diversos autores) Design e planejamento (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli) Design e ergonomia (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli) Design, empresa, sociedade (Paula Landim) História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Vicente) Representações, jornalismo e esfera pública democrática (Murilo Soares) Televisão digital (orgs. Maria Gobbi e Maria Teesa) Gestão, mediação e uso da informação (org. Marta Valentim) Cultura contemporânea, identidades e sociedades (Ana Lúcia Castro) Jornalismo contemporâneo: figurações, impasses e perspectivas (diversos orgs.) 50 coisas que aprendi sobre o mundo 2.0 (Carlos Nepomuceno) Marketing de guerra (Al Ries e Jack Trout) Os 8 Ps do marketing digital - capítulo 1 (Conrado Adolpho) Métricas para mídias sociais - parte 1 (Dinamize) A territorialidade e a dimensão participativa na ciberdemocracia (Márcia Carvalhal) Guia Google webmasters para editores da web (Google) Pragmática: comunicação publicitária e marketing (Annamaria Jatobá e Paulo Serra orgs.) Conjunto de guías éticas para hacer periodismo en la web (Knight Center) Comunicação, tecnologia e cultura de rede (org. Walter Lima) O admirável mundo das notícias: teorias e métodos (João Carlos Correia) Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo) Ferramentas para análise de qualidade no ciberjornalismo - I (org. Marcos Palácios) Smart digital. Conteúdo social: social media optimization (Bruno de Souza) 5 passos para vender mais pela internet (Saia do Lugar) Tradições e reflexões: contributos para a teoria e estética dos documentários (Manuela Penafria) A persuasão (Américo de Souza) Para entender o monitoramento de mídias sociais (org. Tarcízio Silva) Midiocracia: as relações entre mídia e política redesenham as democracias (César Steffen) Tecnologia para quê? (orgs. César Steffen e Mônica Pons) Vídeo-identidade: imagens e sons na construção da cidadania (Rogério Santana) Vozes da democracia (diversos autores) Violência e liberdade de imprensa no Brasil (FENAJ) Uma nova política para a sociedade da informação (Diogo Vasconcelos) Redes sociais e tecnologias digitas de informação e comunicação (Sonia Aguiar) Podcast (Ana Carmen e Roberto Romano) Novas tecnologias e a comunicação democratizando a informação (Jorge Werthein) Mídia, a moderna Esfinge (Lycio de Faria) Mídia e terrorismo: a mídia depois do 11 de setembro (Luiz Egypto org.) Mídia e terrorismo: a mídia depois do 11 de setembro - Vol II (Luiz Egypto org.) Mídia e políticas públicas de comunicação (ANDI) Liberdade de imprensa, mídia e boa governança (Koichiro Matsuura) Jornalismo cidadão (Ana Carmen e Roberto Romano) Diretrizes políticas para o desenvolvimento da informação governamental (Paul Uhlir) Direito à comunicação no Brasil (Intervozes) Certificação digital, criptografia e privacidade (Sérgio Amadeu) Capacitação por meio de TICs (Koichiro Matsuura) Blog (Ana Carmen e Roberto Romano) Ampliando o acesso ao conhecimento: do livro ao hipertexto (UNESCO) A mídia e o jornalismo fiteiro (diversos autores) A defesa da liberdade de imprensa no Brasil (Nelson Sirotsky) A sociedade da informação de quem? (Anriette Esterhuysen) Como ganhar dinheiro na internet (Clayton Neves) Google Varejo (Blog Google Varejo) Curadoria digital e o campo da comunicação (diversos autores) Seja Mais Produtivo! – Aumente a sua produtividade, eficácia e foco no trabalho (Escola Freelancer) Guia de produção de conteúdo para empresas (boo-box) Introdução ao marketing no Facebook (Resultados Digitais) Facebook Analytics: como mensurar e otimizar a presença da sua empresa no Facebook (Resultados Digitais) SAC 2.0 e relacionamento: como iniciar uma operação de atendimento nas mídias sociais (Scup) O manual do empreendedor digital (Bruno Picinini) Blog para negócios: como atrair e convencer clientes de forma gratuita e sustentável (Resultados Digitais) Manual de orientação para atuação em redes sociais do Governo Federal (SECOM) Segredos para um bom logotipo (Mário Pertile) Mídias sociais: conhecendo, aplicando e monitorando (Magoweb) Como mensurar e otimizar canais de marketing digital (Resultados Digitais) Como monitorar as mídias sociais e ter insights para o seu negócio (Scup) Primeiros passos para fazer campanhas nas mídias sociais (Scup) Facebook Ads: como acelerar o crescimento de audiência e resultados com os anúncios do Facebook (Resultados Digitais) Múltiplas facetas da comunicação e divulgação científicas (Lena Vânia e Eloisa da Conceição orgs.) Introdução ao SEO (Resultados Digitais) Internet e Eleições 2012: a prática do compartilhamento (Vincere Comunicação) Um manual para editores web (Google) Fontes de notícias: ações e estratégias das fontes no jornalismo (Aldo Schmitz) Agência de comunicação: Gestão, desafios e oportunidades (Aldo Schmitz) Enredamento (Clara Pelaez Alvarez) Guia completo para promoções e concursos no Facebook (Wishpond) Conteúdo de marketing para empresas (Wishpond) Internet: comunicação em rede (Ana Martinho e Branco Di Fátima) Como fazer a sua marca ser amada nas redes sociais (Scup) Para entender a regulamentação da internet (UniCEUB) Direito penal para jornalistas (Projeto Olhar Crítico) 101 dicas rápidas para um marketing digital re resultados (Resultados Digitais) Marketing digital para empreendedores (Resultados Digitais) Planejamento de comunicação interna (SocialBase) 64 ferramentas para alavancar sue perfil no Pinterest (Denise Tonin) 40 dicas para sua empresa bombar no Pinterest (Denise Tonin) Aprenda a trabalhar com mídias sociais em 4 semanas (Pedro Quintanilha) O guia para concursos e promoções em sites (Wishpond) 7 dicas para pagamento móvel na sua empresa (Grupo Nexxera) 6 conselhos para tornar sua agência indispensável na era das redes sociais (Scup) Introdução ao marketing no Twitter (Resultados Digitais) Redes sociais corporativas (Instituto Desenvolve TI) 3 passos para monitoramento e análise estratégica de redes sociais (E.life) Estratégias digitais para o varejo (Talk2) Guia do empreendedorismo digital (Pedro Quintanilha) Marketing digital para empreendedores (Endeavor e Resultados Digitais)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Blog Capoeiras: Veja como foi o Dia "D" do Outubro Rosa em Capoeir...

Blog Capoeiras: Veja como foi o Dia "D" do Outubro Rosa em Capoeir...: Com o objetivo de alertar as mulheres para a necessidade de realizar exames de prevenção contra o câncer, a Secretaria Municipal de Saú...

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Vale aproveitar as maravilhas que a tecnologia nos proporciona sem esquecer das práticas de aprendizado que dão certo a milênios.

Como as pessoas aprendem hoje em dia! Posted: 24 Sep 2013 07:30 AM PDT aprendizado Quando você precisa de alguma informação, qual é o primeiro site de busca que lhe vem à cabeça? A resposta é praticamente óbvia, o Google. E o segundo? Vamos lá, não é tão difícil responder esta questão se você fizer o pequeno esforço de recordar como conduz boa parte de suas pesquisas. Sim, é o YouTube. Não foi à toa que os fundadores do próprio Google desembolsaram a bagatela de US$ 1,65 bilhão pelo canal em 2006. Eles sabiam muito bem para onde a internet estava indo e naquela época já acompanhavam de perto o florescer de uma sociedade ocidental ainda mais ávida por consumir informação rápida. As pessoas que nasceram entre as décadas de 1960 e o início dos anos 80 – a chamada Geração X – acostumaram-se a aprender e a buscar informação via texto, som e imagem, nesta ordem. Portanto, não é de admirar que muitas delas ainda tenham como principal fonte de consulta livros e tudo o mais que seja escrito e só recorram a outros meios esporadicamente.Já os membros das Gerações Y e Z – respectivamente, com média de vinte e poucos anos e gozando a adolescência – aprendem em ordem inversa: imagem, som e texto. E é fácil identificar isto no cotidiano. Por exemplo, quando alguém deles necessita aprender a dar um nó na gravata, não imprime um tutorial de três páginas. Simplesmente acessa o YouTube e digita: "como dar nó em gravata passo a passo". Pronto! E em segundos tem diante de si quase 8 mil vídeos de abnegados que compartilharam seu conhecimento na web. Mas não é somente para aprender a fazer nós de gravata, receitas e artesanato que canais como este servem. O baixo custo para produção de vídeos caseiros têm cumprido o importante papel de acelerar a democratização daquele tipo de conhecimento que até algum tempo atrás só podia ser acessado por pouquíssimas pessoas ou que você guardaria apenas para si até o fim da vida. No tocante à educação, fico especialmente fascinado pelas novas possibilidades que se abrem dia após dia em decorrência da facilidade de acesso e ao custo cada vez mais baixo para se produzir um audiovisual. É o caso do Método Khan de ensino que surgiu acidentalmente, quando o professor Salman Khan postou um vídeo no YouTube em 2008 para ensinar matemática a uma prima que estava longe. Ela e outros internautas gostaram da maneira que ele transmitiu seu conhecimento e o que aconteceu? Hoje o Khan Academy é um site com mais de 4000 vídeos repletos de conteúdos de ciência, biologia, física, química, astronomia e medicina – dentre outros campos do conhecimento humano – que já ajudou milhões de estudantes do planeta a tirar boas notas e a aprender de tudo com incrível simplicidade. No Brasil, o instituto é representado desde o ano passado pela Fundação Lemman, do empresário Jorge Paulo Lemman, atualmente o homem mais rico do país e big boss de companhias globais do porte de AB-Inbev e Burger King. Ou seja, o projeto alcançou dimensão mundial em apenas cinco anos e muita gente tem contribuído financeiramente para mantê-lo de pé pois já representa o admirável mundo novo que veio para ficar. Se você às vezes se sente incompreendido porque seus alunos não apreciam as aulas que ministra ou os funcionários fazem cara de desdém com o trabalho toda vez que anuncia algum tipo de mudança na empresa pode ser que esteja utilizando com eles um modelo ineficaz de interação. E só entre nós, a maior parte dos problemas organizacionais tem a ver os ruídos na comunicação interna. Som e imagem assumiram tamanha relevância porque vivemos numa sociedade ávida por obter informação com rapidez e dificilmente isto mudará nos próximos anos. Contudo, também tenha em mente que só desenvolvemos a capacidade de resolver problemas complexos por meio da leitura e reflexão ou então nos contentaremos em acumular dados e informações que não saberemos aonde usar. Vale aproveitar as maravilhas que a tecnologia nos proporciona no processo de aprendizado, mas é inegável que precisamos fazer uso das práticas que dão certo a milênios. Boas leituras pra você! Wellington Moreira wellington@caputconsultoria.com.br Outros artigos do autor: Os Segredos do Networking Só Cresce Quem é Avaliado A Síndrome do Pato

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Mais utilizados nas aulas no LIE CEEJA Vilhena:

Mais utilizados nas aulas no LIE CEEJA Vilhena: • http://mundodaciencia-ceeja.blogspot.com.br/ • http://eja-filosofia.blogspot.com.br/ • http://sociologiaboscardin.blogspot.com.br/ • http://www.slideshare.net/ • http://www.webquestfacil.com.br/

Como está a imagem da minha Escola?

Posted: 22 Sep 2013 09:43 AM PDT Passei a semana na espreita das aulas em minha escola.... hehehe. Acabei chegando a seguinte “medida” quanto as fotos conseguidas e em comparação com as que colhi na web na primeira etapa desta tarefa: _ Podemos nos classificar em três (3) categorias. • Uma pequena parte (de professores) se recusa a aprender e a utilizar a tecnologias até para si próprio, no máximo atende e fazem ligações com celulares. São professor es detentores do conhecimento quanto ao conteúdo escolar) • Uma grande parte utiliza a tecnologia para sua vantagem pessoal. Utilizam emails, Fazem compras, se comunicam nas redes sociais e até publicam, seus celulares e notebooks são de ultima geração (contato a toda hora com seus filhos nas universidades); pesquisam, copiam e utilizam provas, textos, slides, vídeos, etc. Estes professores fazem questão de se mostrarem "detentores" do conhecimento mesmo utilizando conteúdos encontrados na web em suas aulas; • E outra pequenina parte inicia na utilização das mídias e tecnologias para o processo ensino aprendizagem. Alguns professores começam a entender “como” se dá essa utilização. O mais utilizado no CEEJA Vilhena tem sido os blogs, a webquest, o slideshare e o youtube. Aqui o professor inicia um caminho diferente – mostra ao aluno onde e como encontrar conteúdo para sua aprendizagem e inicia também um trabalho onde o aluno produz e apresenta aos demais suas pesquisas, com a utilização das tecnologias disponíveis).

terça-feira, 27 de agosto de 2013

COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO Ingredientes do ensinar Calado, M. R. T.¹ De acordo com a visão dialógica da práxis educativa, característica da pedagogia de Freire, o autor estabelece que o ato de ensinar, para sua efetiva objetivação, está ancorado em três fundamentos básicos: intervenção, encaminhamento e devolução. O ensinar, portanto, é um ato que se funda nas práticas relacionais dos sujeitos e, portanto, envolve uma complexidade de posturas e, sobretudo, de mudanças do comportamento sedimentado na simples e ultrapassada transferência de conteúdos. Para se alcançar, de forma produtiva, a verdadeira socialização do conhecimento, uma das principais exigências é a transformação do educador e do educando no decorrer do processo, aqui vistos como sujeitos críticos. Os referidos fundamentos – intervenção, encaminhamento e devolução – são etapas entrelaçadas e indissociáveis. A primeira delas diz respeito ao ato de intervir, isto é, ao em que o educador apresenta novas questões e provoca a problematização dessas questões. Nesse processo, é fundamental estimular a curiosidade do outro, iluminando aspectos do tema, do assunto, ou da realidade jamais vistos até então. Para provocar no educando o desejo de conhecer é necessário que o educador delimite bem o foco e explore, juntamente com o educando, as possibilidades de apreensão e compreensão do tema a ser estudado. O autor assevera que é fundamental que o educador também aprenda: o ato de educar assim o exige. O segundo fundamento é o encaminhamento das questões, ou seja, são as propostas de atividades que podem sofrer interferências e possíveis mudanças de rumo. Nesse sentido, o objeto do conhecimento não é algo estático e unívoco. Pelo contrário, nesse objeto pulsam múltiplas questões que podem e devem ser explorado por ambos, educador e educando, em uma postura dialógica necessária e imprescindível. Por fim, temos o terceiro e último fundamento, a devolução, que resulta da base estruturante montada previamente pela intervenção e pela devolução. Observe-se que os fundamentos estão interligados e são interdependentes: o sucesso de um depende do outro. A chamada devolução é o momento do clímax; em outras palavras, é a consolidação do objetivo que se desejou alcançar ao longo do processo no qual os sujeitos envolvidos constroem o conhecimento, tendo dentro de si mesmos o horizonte amplo de possibilidades criativas. Referência. Ingredientes do ensinar. In: FREIRE, Paulo. Avaliação e planejamento: a prática educativa em questão. São Paulo: Espaço Pedagógico,1997.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

UCA: UCA na Mostra de Inovações Pedagógicas

UCA: UCA na Mostra de Inovações Pedagógicas: No final de novembro, os alunos da escola de referência Natalícia Figueroa (Surubim) participaram da Mostra de Inovações Pedagógicas das Esc...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O que (não) fazer no Dia do Índio Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar!

O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante. Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira. Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio: 1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las. Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental. 2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes. 3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14 Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo. 4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina. 5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas "Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos. 6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas? Quer saber mais? Consultoria: Maria do Socorro de Oliveira, coordenadora de Educação Escolar Indígena d a Sec. De Educação do estado do Acre Majoí Gongora, Antropóloga do programa de Povos Indígenas do Brasil do Instituto Socioambiental O site do Instituto Socioambiental mantém o projeto Povos Indígenas no Brasil que traz uma descrição de várias etnias com uma versão para crianças, com jogos e animações e também uma Sala do Professor A temática indígena na escola, de Aracy Lopes da Silva, no Domínio Público.

sábado, 30 de março de 2013

MUNDURUKANDO: Páscoa é Passagem...

MUNDURUKANDO: Páscoa é Passagem...: Lembro que o primeiro texto que tive coragem de mostrar para meu professor de português foi sobre a páscoa. Eu tinha por volta de 16 ano...

sexta-feira, 8 de março de 2013

Teconologia invade sala de aula na Rosinha-SP e muda aprendizado!

http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/t/edicoes/v/tecnologia-invade-sala-de-aula-da-rocinha-e-muda-processo-de-aprendizado/2438497/

quarta-feira, 6 de março de 2013

Lançamento do Ubuntu 13.04 em Recife - PE

>http://www.fuctura.com.br/2013/01/lancamento-do-ubuntu-13-04-em-recife/

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

III Jornada EaD: Grandes especialistas reunidos na terceira edição ...

III Jornada EaD: Grandes especialistas reunidos na terceira edição ...: No dia 06 de abril o auditório da Universidade Anhembi Morumbi receberá alguns dos mais importantes pesquisadores de Educação a Distância (...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Governo do Estado de Pernambuco lança Programa de Inclusão Digital

NOTÍCIAS :. Governo do Estado lança Programa de Inclusão Digital Publicada em: 21/02/2013 foto:Evane Manço / Sectec Governo do Estado lança Programa de Inclusão Digital O programa inclui também a criação de Espaços Conexão Cidadã em todos os municípios do Estado, onde serão realizados cursos para a capacitação da população para no uso das TIC. O governador Eduardo Campos assinou nesta quinta-feira, no encontro que teve com os prefeitos pernambucanos na cidade de Gravatá, decreto que institui o Programa de Inclusão Sociodigital – CONEXÃO CIDADÃ. O principal objetivo da iniciativa é estimular o investimento privado na implantação de infraestrutura de banda larga em todas as regiões do Estado, de modo a reduzir a lacuna de mercado, ofertando ambientes públicos e gratuitos de acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação. A ideia, assim, é dotar da banda larga de alta velocidade as sedes de todos os municípios do Estado com IDH menor que 0,7 e nos núcleos urbanos de todos os distritos rurais com mais de 1.000 (um mil) habitantes. Na primeira fase serão beneficiados 172 municípios, que juntos formarão uma rede de centros de inclusão sociodigital – a Rede de Espaços Conexão Cidadã – especialmente voltada para o atendimento dos pernambucanos residentes nas áreas socialmente vulneráveis, geograficamente afastadas e carentes de infraestrutura de banda larga. Orçado em cerca de R$ 20 milhões anuais, a iniciativa deverá estar plenamente implantada em 12 meses. “O Programa contará com ambientes públicos e gratuitos de acesso as TIC – os ESPAÇOS CONEXÃO CIDADÃ – espaços padronizados, onde serão instalados Pontos de Serviços Multimídia (PSM). Os locais para a instalação deverão ser disponibilizados pelos municípios e estarem adequados às atividades previstas no Programa”, afirma o secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja. “O que estamos lançando é uma estratégia pública que procura contribuir com a redução das barreiras socioeconômicas e geográficas que privam grande parcela da população pernambucana do uso-fruto das TIC”, complementa. Segundo o secretário Marcelino Granja os eixos do programa são a indução e estímulo ao investimento privado, em regime de competição, na implantação de infraestrutura de comunicação; redução dos preços por Mbps; aumento da velocidade de acesso à internet; disponibilização de ambientes públicos de acesso às TIC e oferta de conteúdos digitais de qualidade voltados às dinâmicas econômicas locais e à formação cultual humanística elevada. A infraestrutura de comunicação necessária – Backhaul – será licitada pela Secretaria de Administração (SAD). Os espaços onde os equipamentos funcionarão também serão escolhidos via edital de seleção pública, que será lançado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia (SECTEC). “A infraestrutura de rede de comunicação em para banda larga licitada interligará 248 Pontos (167 sedes de municípios e 81 distritos) com Serviços Multimídia (PSM)”, afirma Ceça Costa, superintendente responsável pela execução do Programa. Cada Espaço Conexão Cidadã receberá banda de 40 Mbps dedicados, serviços de videoconferência, videomonitoramento e wi-fi. O Backhaul da empresa vencedora do processo licitatório deverá, ainda, ter disponibilidade de banda larga de alta velocidade banda larga adicional aos 40 Mbps contratados pelo Estado para ofertar aos Agentes de Inclusão Digital (Prefeituras, Pequenos Provedores Locais e Lan Houses Comunitárias) e diretamente à população, nos seguintes termos: CAPACIDADE MÍNIMA ADICIONAL: - 32 Mbps: nos municípios de até 20 mil habitantes; - 64 Mbps: nos municípios entre 20 mil e 40 mil habitantes; - 128 Mbps: nos municípios entre 40 mil e 60 mil habitantes, e - 256 Mbps: nos municípios com mais de 60 mil habitantes. PREÇOS: - Por esta banda adicional a empresa deverá cobrar, no máximo, os preços por Mbps definidos no PNBL (Decreto Federal Nº 7.175/2010), tanto para a venda no atacado para os Agentes de Inclusão Digital, quanto para o varejo. O Programa O Programa Conexão Cidadã será executado de forma descentralizada. O Governo de Pernambuco, por intermédio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, lançará um edital de chamada pública que realizará a seleção de projetos das Administrações Públicas Municipais para a execução descentralizada do Programa. Essa chamada pública deverá ocorrer após o lançamento de edital para o fornecimento da estrutura de dados necessária, pela Secretaria de Administração. A seleção sob a responsabilidade da Sectec se refere especificamente a projetos para parcerias que permitam a implantação, a administração e a manutenção de ESPAÇOS CONEXÃO CIDADÃ (ECC). Estão habilitados a concorrer ao edital 167 administrações municipais que concordem concordarem em aderir ao Programa Conexão Cidadã. As administrações públicas municipais interessadas em participar do Programa deverão se cadastrar por meio do site da SECTEC, www.sectec.pe.gov.br, e encaminhar os formulários disponibilizados para download, devidamente preenchidos e assinados em até 45 (quarenta e cinco) dias contados a partir da data da publicação do EDITAL. O conjunto de bens e serviços que serão disponibilizados pela SECTEC para cada Espaço Conexão Cidadã será composto de: PONTO DE SERVIÇOS MULTIMÍDIA/PSM TECNOLOGIA INCORPORADA (40 Mbps Dedicado/Convergente) PONTOS DE SERVIÇOS MULTIMÍDIA - PSM 40 Mbps / INTERNET- INTRANET (link de dados) – 01 (um) Serviço de Videoconferência – 01 (um) Serviço de WI-FI – 01 (um) Serviço de Videomonitoramento / CÂMERA FIXA INTERNA – 02 (duas) Serviço de Videomonitoramento / CÂMERA FIXA EXTERNA – 02 (duas) - 01(um) Ponto de Serviços Multimídia - PSM - Conteúdos digitais voltados para a alfabetização e letramento digital, capacitação e formação profissional, à cultura e à cidadania. Já os municípios deverão oferecer: Espaço físico que apresente estrutura física adequada ou passível de adequação, até a data da instalação do ECC, inclusive, no que se refere às normas de acessibilidade para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Os espaços devem ainda dispor de, no mínimo, 11 (onze) computadores, 10 (dez) bancadas/mesas, 11 (onze) cadeiras, 01 (uma) mesa para o coordenador, 01 (um) “switch”, os quais deverão estar interligados por rede lógica estruturada de acordo com as normas vigentes.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

#MudeSuaMente: Leitura de HOJE

#MudeSuaMente: Leitura de HOJE: Leitura do dia 03/01/2013 OBS: Todos os dias às 23:30h (Horário de Brasília) vamos colocar a leitura do dia seguinte aqui no ...