Inclusão Digital,Linux Educacional 3.0 e Ubuntu,Educação,Educação Escolar Indígena,EaD e Tecnologias, e as Ferramentas da Web 2.0(Especialmente a computação nas Nuvens - Google Docs), e Skydrive, Gmaildriver(Drivers Virtuais).Sou da Geração 3C:Colaboração,Conteúdo e Compartilhamento.Conto com você!
Total de visualizações de página
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Mais utilizados nas aulas no LIE CEEJA Vilhena:
Mais utilizados nas aulas no LIE CEEJA Vilhena:
• http://mundodaciencia-ceeja.blogspot.com.br/
• http://eja-filosofia.blogspot.com.br/
• http://sociologiaboscardin.blogspot.com.br/
• http://www.slideshare.net/
• http://www.webquestfacil.com.br/
Como está a imagem da minha Escola?
Posted: 22 Sep 2013 09:43 AM PDT
Passei a semana na espreita das aulas em minha escola.... hehehe.
Acabei chegando a seguinte “medida” quanto as fotos conseguidas e em comparação com as que colhi na web na primeira etapa desta tarefa:
_ Podemos nos classificar em três (3) categorias.
• Uma pequena parte (de professores) se recusa a aprender e a utilizar a tecnologias até para si próprio, no máximo atende e fazem ligações com celulares. São professor es detentores do conhecimento quanto ao conteúdo escolar)
• Uma grande parte utiliza a tecnologia para sua vantagem pessoal. Utilizam emails, Fazem compras, se comunicam nas redes sociais e até publicam, seus celulares e notebooks são de ultima geração (contato a toda hora com seus filhos nas universidades); pesquisam, copiam e utilizam provas, textos, slides, vídeos, etc. Estes professores fazem questão de se mostrarem "detentores" do conhecimento mesmo utilizando conteúdos encontrados na web em suas aulas;
• E outra pequenina parte inicia na utilização das mídias e tecnologias para o processo ensino aprendizagem. Alguns professores começam a entender “como” se dá essa utilização. O mais utilizado no CEEJA Vilhena tem sido os blogs, a webquest, o slideshare e o youtube. Aqui o professor inicia um caminho diferente – mostra ao aluno onde e como encontrar conteúdo para sua aprendizagem e inicia também um trabalho onde o aluno produz e apresenta aos demais suas pesquisas, com a utilização das tecnologias disponíveis).
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Educação, Psicologia e Informática: 492 e-books sobre comunicação, internet, redes soc...
Educação, Psicologia e Informática: 492 e-books sobre comunicação, internet, redes soc...: Abaixo listamos 492 livros em inglês, espanhol e, é claro, em português. Para fazer o download da respectiva publicação, basta clicar ...
terça-feira, 27 de agosto de 2013
COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO
Ingredientes do ensinar
Calado, M. R. T.¹
De acordo com a visão dialógica da práxis educativa, característica da pedagogia de Freire, o autor estabelece que o ato de ensinar, para sua efetiva objetivação, está ancorado em três fundamentos básicos: intervenção, encaminhamento e devolução.
O ensinar, portanto, é um ato que se funda nas práticas relacionais dos sujeitos e, portanto, envolve uma complexidade de posturas e, sobretudo, de mudanças do comportamento sedimentado na simples e ultrapassada transferência de conteúdos. Para se alcançar, de forma produtiva, a verdadeira socialização do conhecimento, uma das principais exigências é a transformação do educador e do educando no decorrer do processo, aqui vistos como sujeitos críticos.
Os referidos fundamentos – intervenção, encaminhamento e devolução – são etapas entrelaçadas e indissociáveis. A primeira delas diz respeito ao ato de intervir, isto é, ao em que o educador apresenta novas questões e provoca a problematização dessas questões. Nesse processo, é fundamental estimular a curiosidade do outro, iluminando aspectos do tema, do assunto, ou da realidade jamais vistos até então. Para provocar no educando o desejo de conhecer é necessário que o educador delimite bem o foco e explore, juntamente com o educando, as possibilidades de apreensão e compreensão do tema a ser estudado. O autor assevera que é fundamental que o educador também aprenda: o ato de educar assim o exige.
O segundo fundamento é o encaminhamento das questões, ou seja, são as propostas de atividades que podem sofrer interferências e possíveis mudanças de rumo. Nesse sentido, o objeto do conhecimento não é algo estático e unívoco. Pelo contrário, nesse objeto pulsam múltiplas questões que podem e devem ser explorado por ambos, educador e educando, em uma postura dialógica necessária e imprescindível.
Por fim, temos o terceiro e último fundamento, a devolução, que resulta da base estruturante montada previamente pela intervenção e pela devolução. Observe-se que os fundamentos estão interligados e são interdependentes: o sucesso de um depende do outro. A chamada devolução é o momento do clímax; em outras palavras, é a consolidação do objetivo que se desejou alcançar ao longo do processo no qual os sujeitos envolvidos constroem o conhecimento, tendo dentro de si mesmos o horizonte amplo de possibilidades criativas.
Referência. Ingredientes do ensinar. In: FREIRE, Paulo. Avaliação e planejamento: a prática educativa em questão. São Paulo: Espaço Pedagógico,1997.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
UCA: UCA na Mostra de Inovações Pedagógicas
UCA: UCA na Mostra de Inovações Pedagógicas: No final de novembro, os alunos da escola de referência Natalícia Figueroa (Surubim) participaram da Mostra de Inovações Pedagógicas das Esc...
sexta-feira, 19 de abril de 2013
O que (não) fazer no Dia do Índio Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar!
O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.
Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.
Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:
1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.
Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.
2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens
Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.
3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14
Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.
4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola
A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.
5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas "Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.
6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?
Quer saber mais?
Consultoria:
Maria do Socorro de Oliveira, coordenadora de Educação Escolar Indígena d a Sec. De Educação do estado do Acre
Majoí Gongora, Antropóloga do programa de Povos Indígenas do Brasil do Instituto Socioambiental
O site do Instituto Socioambiental mantém o projeto Povos Indígenas no Brasil que traz uma descrição de várias etnias com uma versão para crianças, com jogos e animações e também uma Sala do Professor
A temática indígena na escola, de Aracy Lopes da Silva, no Domínio Público.
Assinar:
Postagens (Atom)